The Suite "Axis Mundi" unites both classical and contemporary music, rescuing an old format that has been perpetuated for centuries - the 'Concerto for Violin and Orchestra' - recreating it with the electric guitar - symbol of freedom and creative spontaneity to the young audiences, who have moved away from classical music to the rock, pop , jazz, and blues styles. It has a duration of approximately 60 minutes and consists of four movements with consonant and engaging melodies, creating an appealing style for all ages.

First movement: The Plant Kingdom (Flora)
The Amazon forest is described musically with a futuristic sound through the electric guitar used in jazz-rock-fusion and known by young audiences as 'Trip Sound', while incorporating elements of Brazilianness and using improvisation supported by orchestral textures of symphonic instruments like oboes, clarinets, flutes and harps, which interact with the band in a descriptive manner and with an "Amazonic soul".

Second Movement: The Animal Kingdom (Fauna)
In this movement, the composer uses as inspiration the life path of a cat native to the Pantanal tropical wetland area, since its fragile birth - beginning with music box sound by the orchestra mixed with the sound of the folk electric guitar which the young audiences identify themselves with. The story of the little feline resumes with his adventures, incorporating melodies and orchestral timbres that describe the Pantanal, using the European composition style and reaching grandeur and pomp at a given moment when the change of the acoustic guitar to the electric one occurs, depicting the feline as a grownup. For those who know the spirit of a rock opera an exciting climax marks the crucial moment where the feline becomes the ruler of this rich ecosystem that much depends on him to survive.

Third Movement: The Human Kingdom
It is life journey depicted through the painful crossing of the Northeastern hinterland - translated into chords and melodies with rhythms of ballad and jazz fusion in addition to the orchestra celebrating the 'virtuosity' - a registered trademark of this style greatly popularized in the 1970´s by the modern electric guitar icons, without leaving the 'music for all ages' concept behind. The end of this movement is quite powerful with the orchestra and band interacting intensively in an epic instrumental synphonic rock style.

Fourth and final movement: The Kingdom of Fantasy (Elemental)
This final movement awakens the hope we all carry within us, describing the journey of a fairy in search of Shambhala - an ethereal world of magic where everything is perfect. With a universal vision, the composer describes the beginning of this adventure with passages that remind the magical world of Aladdin lamp, brightened by arabesque and Hindu sounds. The melody develops itself and changes language whilst traveling across the planet. Brazilian rhythms are added to the melodic-harmonic language of the British instrumental rock of the 1970´s, exploding in a happy ending full of consonance and pomp in an E major key.


A Suite "Axis Mundi" une a música erudita à música contemporânea, num projeto que visa reavivar no público jovem a paixão e o interesse por instrumentos sinfônicos a partir do resgate de um antigo formato que se perpetuou por muitos séculos - o ''Concerto para Violino e Orquestra'' - recriando-o com a guitarra elétrica - simbolo de liberdade e espontaneidade criativa para a juventude - um público que foi se afastando da música clássica e migrando para o rock, pop, jazz, e blues. Possui duração de aproximadamente 60 minutos e é composta de quatro movimentos com melodias consoantes e envolventes, criando um estilo atraente para todas as idades e tendo como cenário as diferentes regiões brasileiras.

Primeiro Movimento: O Reino Vegetal (A Flora)
A floresta amazônica é descrita musicalmente com sonoridade futurista da guitarra usada no jazz-rock-fusion e efeitos conhecidos pelo público jovem como ''Som Viagem'', além de incorporar elementos de brasilidade e utilizar improvisação apoiada por texturas orquestrais de instrumentos sinfônicos como oboés, clarinetes, harpas e flautas, que interagem com a banda de forma descritiva e com alma amazônica.

Segundo Movimento: O Reino Animal (A Fauna)
Aqui, a fonte de inspiração é a trajetória da vida de um felino nativo do Pantanal, desde seu frágil nascimento pontificado pela sonoridade de caixinha de música, por parte da orquestra, mesclada ao som do violão folk elétrico - instrumento com o qual a juventude se identifica. A estória do pequeno felino prossegue com suas aventuras, incorporando melodias e timbres orquestrais que descrevem o Pantanal, utilizando o estilo europeu de composição e atingindo grandeza e pompa no momento onde há a troca do violão para a guitarra elétrica, parte esta em que o felino atinge a maturidade. Um final empolgante e grandioso para quem conhece o espírito de uma ópera rock marca o instante crucial em que ele se torna soberano deste riquíssimo ecossistema que tanto depende dele para sobreviver.

Terceiro Movimento: O Reino Humano
É a jornada da vida, a travessia sofrida do sertão nordestino traduzida em melodias e acordes com ritmos de baião e jazz fusion, somados à orquestra que exalta o ''virtuosismo'' - marca registrada deste estilo tão popularizado nos anos 70 pelos ícones da guitarra moderna, tudo isso sem fugir do conceito ''música para todas as idades''. O final deste movimento é forte, com a orquestra e banda interagindo de forma intensa no estilo rock sinfônico instrumental épico.

Quarto e último Movimento: O Reino da Fantasia (Elemental)
Este movimento final desperta a esperança que carregamos dentro de nós ao descrever a trajetória de uma fadinha em busca de Shambhala - um mundo etéreo e de grande magia, onde tudo é perfeito. Com uma visão universal, o compositor descreve o início desta aventura com passagens que remetem o ouvinte ao mundo mágico da Lâmpada de Aladdin, abrilhantado por sons arabesques e hindus. A melodia se desenvolve e vai mudando de idioma ao viajar pelo planeta Terra. Ritmos brasileiros são agregados à linguagem melódico-harmônica do rock britânico instrumental dos anos 70, e este último movimento explode num final feliz na tonalidade de Mi maior, com consonância e pompa.